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PURPLE SKY Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser. Escrito por dri às 10h35 [ ] [ envie esta mensagem ] Só prá constar que eu tô melhorando... Mesmo sem ninguém ter comentado nada sobre a minha crise... esse textinho das Garotas que Dizem Ni é LINDO!!
Amar é... “Amar é nunca ter que pedir perdão”, segundo um ditado muito duvidoso. Amar é “permitir que ele fume o cachimbo à mesa após a refeição” e “colocar um bilhetinho afetuoso na marmita dele”, de acordo com aquelas figurinhas safadas e sexicistas que viraram febre nos anos 70 e 80. Amar é... tanta coisa. Amar é uma junção de milhares de pequenas e frívolas situaçõezinhas que formam um grande sentimento. Amar é... trazer um cobertor quando se vê o outro passando frio. É ajeitar melhor a cabeça dele no travesseiro ou no ombro, a fim de que não aconteça um torcicolo. É baixar o som da TV para ele dormir sereno e, depois, lhe dar um beijinho de boa noite bem delicado na testa, desses que nem chegam a acordar. E amar também é pensar, bem de levinho, que a mala ali ao lado poderia ao menos ter dito “dorme bem, coração” antes de ferrar no sono feito um cachorro vira-lata. Amar é... preparar uma comida gostosa em dia de semana, para animar. É escolher o cardápio pensando em tudo o que adora e detesta a cara-metade – e achando bonitinho ele gostar de comer polenta com molho de iogurte e marmelada, mas odiar um simples champignon. É caprichar na apresentação, imitando restaurante. E amar também é lavar todos aqueles 189 pratos e talheres imundos sozinho, sem a ajuda do maledeto, e sem reclamar. Amar é... ir visitar a avó dela de 98 anos no dia em que estréia seu filme predileto do Stallone, só para fazer uma média simpática. É conversar com o vô sobre como tudo era melhor nos tempos do Getúlio e aceitar mais um pedacinho de torta de fígado com um sorriso no rosto. E amar também é ignorar o fato da velha maluquete continuar te chamando pelo nome do namorado antigo. Amar é... aguar as plantas, bater a sujeira dos tapetes e tirar o lixo para fora sem ninguém precisar pedir. É, com isso, conseguir evitar aqueles monólogos de 50 minutos sobre “você não me ajuda em nada, pensa que eu sou sua escrava, eu também trabalho, blá, blá, bláááá”. É pensar como ela ficará feliz quando vir que você já toma iniciativas por sua conta. É tentar não ficar roxo de ódio e meter-lhe a mão na fuça quando a desgraçada disser “mas você encheu a violeta de água, tonto!”. Amar é... dirigir mais devagar e respeitando todos os limites só porque ele detesta gente que corre. É observar cada lombada, para que ele não pule no banco e fique desconfortável. É abrir todo o vidro e deixar o vento entrar – mesmo que isso acabe com o penteado – só para ele não ficar com muito calor. É respirar fundo e relevar quando ele assume a posse do rádio e, sem pedir opinião, coloca “Fear of the Dark” no volume 34. E ainda canta junto. Amar é... dizer que a Angelina Jolie é mesmo uma baranga feiosa, péssima atriz e de olho meio caído. É dizer que a Juliana Paes é até ajeitada, mas que você gosta muito mais das coxas roliças do seu bem-querer. É fingir desprezar a Playboy na banca de jornal e, quando a Cameron Diaz aparece na tela do cinema, cochichar “eu achava ela mais bonita quando era gordinha”. É dizer que ela se parece com a Jennifer Connely sim (sem medo de ver seu nariz crescer como o do Pinóquio). E amar também é olhar discretamente para a gostosona que acabou de passar, sem dar bandeira e sem comentar absolutamente nada sobre como loiras são sensacionais. Amar é... telefonar cinco vezes em um dia para não dizer nada além de “tenho saudade”, “amo você” e “estava pensando no seu rostinho agora mesmo”. É falar com voz suave e dengosa, mas sem parecer um maldito retardado. É dizer que quer sair daquele trabalho chato logo só para vê-la. É fazer isso de fato, e não ficar enrolando por horas a mais e depois dizer que “precisava terminar um relatório urgente”. Amar é... prestar a maior atenção nas histórias dele, mesmo quando relembradas pela vigésima nona vez. É rir quando ele conta piadas bobas e fazer de conta que aquela imitação do Lula realmente ficou parecida. É não oferecer resistência quando ele tem certeza absoluta sobre algum dado histórico, estatística esportiva ou regra de gramática. E amar também é buscar a verdade na internet, imprimir a página, guardar por dias e depois esfregar na cara dele quem estava com a razão! Tome! Amar é... deixar livre, leve e solto. É incentivar o encontro dele com os amigos e a reunião dela com as comparsas. É querer muito ligar e saber “se está tudo bem” – ou seja, se não há nenhum urubu paquerando ao redor – mas não fazer isso. É demonstrar confiança e desapego. E amar também é esquecer um pouco esse amor doente, de verdade, e meter um DVD no aparelho e curtir a solidão, que ficar sozinho nunca matou ninguém. (E depois receber uma ligação de boa noite em plena madrugada e se derreter tudo de novo.) Amar é... ficar feliz pelo outro, seja em qual circunstância for. É falar o que se sente, mas sem jogar culpa pra lá e arremessar acusações pra cá. É viver um dia depois do outro, com tranqüilidade, alegria, carinho e compreensão. Amar é só isso. E muito mais. Fla Wonka às 10:17 AM (... ai ai...) Escrito por dri às 19h56 [ ] [ envie esta mensagem ] Alguma coisa acontece... Eu não sei explicar direito o que é... só sei que algo está errado... muito errado. Esse feriadão (aliás, eu vivi prá ver uma semana do saco cheio na UNICAMP! Se isso é bom ou ruim, eu não sei dizer ainda... Mas enfim... espero que esse tempo tenha me ajudado a colocar algumas idéias no lugar, Escrito por dri às 23h39 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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